O método é o mesmo, começa com uma mensagem no Twitter e, após algum tempo, o ministro é demitido. Foi assim com Gustavo Bebianno e Santos Cruz. Agora, o fogo tem nova direção, general Augusto Heleno, titular do Gabinete de Segurança Institucional. O filho do presidente levantou suspeitas sobre a conduta de Heleno no comando da GSI e no caso em que um militar foi pego com 39 kg de cocaína em um avião presidencial.
Carlos Bolsonaro fez as seguintes indagações: “Por que acha que não ando com seguranças? Principalmente aqueles oferecidos pelo GSI?”, escreveu Carlos. “Tenho gritado em vão há meses internamente e infelizmente sou ignorado. Não digo que sou dono da razão e evitei até aqui ao máximo me expor desse jeito, mas não está dando mais.” Destacou o filho do presidente, em resposta a um seguidor que postou um vídeo que tenta associar a GSI, a FAB e a Abin no caso do tráfico internacional de drogas.
Pelo jeito a fábrica do governo de fabricar crises, continua funcionando a pleno vapor.







