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Ceará Notícias > Blog > Destaques > Veja o que fazer com a primeira parcela do 13º, que cai na conta até esta sexta (28)
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Veja o que fazer com a primeira parcela do 13º, que cai na conta até esta sexta (28)

Ultima atualização: 24/11/2025 10:33 AM
Redação
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9 Min. de Leitura
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A primeira parcela do 13º salário deve ser depositada até a próxima sexta-feira (28/11), no mesmo dia em que acontece a Black Friday deste ano. Essa combinação pode incentivar compras por impulso, mas especialistas recomendam que a utilização do valor seja feita com cuidado e planejamento.

Até o dia 20 de dezembro, o pagamento da gratificação deve injetar R$ 369,4 bilhões na economia brasileira, de acordo com cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor equivale a cerca de 2,9% do PIB (Produto Interno Bruto) e beneficiará 95,3 milhões de brasileiros.

Para quem recebe o valor já no limite do orçamento, o primeiro passo não é decidir onde aplicar o dinheiro, mas entender por que as contas não fecham. A educadora financeira Cíntia Senna afirma que, antes de usar o 13º como um alívio momentâneo, é essencial revisar entradas e saídas, identificar excessos e ajustar o padrão de gastos. “Se eu não observo o que me fez chegar a essa situação, o décimo terceiro vira só uma válvula de escape”, diz.

Reinaldo Domingos, presidente da DSOP Educação Financeira, reforça que usar o 13º para tapar buracos costuma ser ineficaz. Para ele, antes de destinar o dinheiro ao pagamento de dívidas antigas, é fundamental equilibrar o orçamento mensal, cortar desperdícios e reorganizar compromissos. “Se a pessoa não arruma a equação entre o que ganha e o que gasta, vai voltar a se endividar dois meses depois”, afirma o especialista.

O ponto central, diz Domingos, é que o desequilíbrio está no dia a dia —e não no 13º em si. Sem uma “limpeza financeira” que reduza excessos como assinaturas de streaming pouco usadas, gastos frequentes com delivery ou consumo descuidado de água e energia, por exemplo, o dinheiro extra acaba sendo absorvido pelo descontrole.

COM O QUE POSSO USAR O 13º?

PAGAR DÍVIDAS

Para o planejador financeiro CFP Carlos Castro, da Planejar, o 13º deve ser usado primeiro para quitar dívidas, já que os juros cobrados no cheque especial e no cartão de crédito superam qualquer rendimento possível em investimentos.

Reinaldo Domingos acrescenta que o pagamento de dívidas só funciona de forma efetiva se o orçamento mensal já estiver equilibrado. Ele afirma que, sem ajustar a diferença entre o que se ganha e o que se gasta, o trabalhador tende a voltar ao endividamento em pouco tempo.

Para quem já decidiu direcionar o dinheiro para esse fim, o especialista recomenda uma ordem de prioridade na quitação:

  • Dívidas essenciais: contas como energia, água, gás e internet, cujo não pagamento compromete o consumo básico;
  • Dívidas com bens em garantia: financiamentos de carro ou casa;
  • Dívidas pessoalizadas: empréstimos feitos com amigos ou parentes, que podem afetar relações pessoais;
  • Cartão de crédito e cheque especial: apesar dos juros elevados, vêm depois das obrigações essenciais e das dívidas com garantia;
  • Boletos e crediário: ficam por último na hierarquia de quitação.

Domingos também diz que trabalhadores com cheque especial negativado devem ter cautela. Quando o salário extra cai na conta, o banco absorve automaticamente o valor para cobrir o saldo negativo, impedindo o acesso ao dinheiro.

DESPESAS DO INÍCIO DO ANO

Reinaldo Domingos lembra que, na sua origem, o 13º salário também tinha a função de ajudar os trabalhadores a lidar com as despesas típicas do início do ano, como IPTU, IPVA e material escolar. Para ele, essa lógica continua importante: usar parte da gratificação para organizar compromissos dos meses seguintes reduz o risco de começar o ano no vermelho.

A educadora financeira Cíntia Senna diz que essa pode ser uma boa estratégia, mas recomenda também que as famílias realizem um planejamento anual para prever esses gastos. Assim, em vez de esperar a cobrança e comprometer todo o orçamento de janeiro ou fevereiro (ou do 13º), o consumidor reserva um valor menor todos os meses para pagar essas contas.

No caso de um IPVA de R$ 1.200, por exemplo, Cíntia explica que seria ideal separar R$ 100 por mês ao longo do ano, fazendo o mesmo para outras despesas.

Segundo ela, esse método também permite identificar, com antecedência, se determinados compromissos cabem ou não no orçamento familiar. Se a reserva mensal para um gasto anual aperta demais o caixa, é um sinal para reavaliar hábitos ou até mesmo certos custos fixos, como a manutenção de um carro que não se ajusta à renda disponível.

RESERVA DE EMERGÊNCIA

Para quem está com as contas em dia e sem dívidas, o 13º pode ser uma boa oportunidade para iniciar ou reforçar a reserva de emergência. Castro explica que essa reserva deve cobrir os gastos essenciais e corresponder de três a seis vezes o valor das despesas mensais, funcionando como um colchão para imprevistos.

Já para quem ainda está endividado, mas deseja começar a construir o hábito de poupar, a educadora financeira Cíntia sugere iniciar com valores pequenos —como R$ 5, R$ 10 ou R$ 50. A recomendação é desenvolver o hábito em paralelo ao pagamento das dívidas, evitando depender da ideia de que será necessário sobrar dinheiro para começar a guardar.

INVESTIR

O 13º também pode ser utilizado para investir. Com isso, há diferentes caminhos dependendo dos objetivos e do prazo. Na etapa de construção da reserva de emergência, Castro indica produtos líquidos e de baixo risco, como CDBs de liquidez diária, Tesouro Selic e fundos de renda fixa. Ele diz que, no caso dos CDBs, o ideal é optar por papéis de grandes bancos, que costumam pagar 100% do CDI.

Castro lembra ainda que o fim do ano é um bom momento para quem tem previdência privada do tipo PGBL fazer aportes adicionais, aproveitando o benefício de abatimento no IR (Imposto de Renda).

Para iniciantes, a educadora financeira Cíntia Senna recomenda começar por produtos simples. A caderneta de poupança pode ser uma porta de entrada pela facilidade de uso, enquanto CDBs acessíveis (muitos com aplicação mínima de R$ 1) permitem que o investidor acompanhe, na prática, como funciona a remuneração diária.

Independentemente do produto, os especialistas também dizem que o investidor deve definir se o dinheiro será destinado a curto, médio ou longo prazo, escolhendo opções adequadas para cada horizonte. Para metas longas, a previdência privada pode ser uma alternativa; para objetivos próximos, produtos mais conservadores, como Tesouro Selic, tendem a ser mais adequados. Em todos os casos, os especialistas reforçam que o valor não deve permanecer parado na conta corrente, onde não rende nada.

COMO EVITAR O USO DO 13º PARA COMPRAS DESNECESSÁRIAS?

O fim do ano é um período de forte estímulo ao consumo, especialmente com a Black Friday e os gastos natalinos. Segundo Carlos Castro, o erro comportamental mais comum no uso do 13º é justamente gastar sem planejamento.

Para evitar isso, Castro recomenda que o consumidor elabore um plano antes das promoções e das festas.

Reinaldo Domingos adiciona que a Black Friday só é vantajosa quando o gasto está previamente definido. Ele orienta que o uso do 13º na data promocional só faz sentido se três condições forem atendidas:

  1. O consumidor sabe exatamente o que quer comprar e já acompanhava o preço do produto;
  2. O desembolso não compromete outras necessidades;
  3. A compra agrega valor, seja prático ou emocional.

Dmingos diz que gastos impulsivos podem levar ao uso inadequado do 13º, fazendo faltar dinheiro para despesas essenciais e empurrando o consumidor para linhas de crédito mais caras./Folha SP

(Foto: Reprodução)

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