A investigação aponta o primeiro preso como dos principais negociadores de fósseis no período investigado (2017-2020). O segundo, suspeito de ser responsável por receber valores, é um professor e pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para coleta e guarda dos fósseis.
No total, estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, sendo 17, nesses municípios do Ceará, onde ocorreram as duas primeiras prisões e mais duas no Rio de Janeiro. As medidas são cumpridas em endereços de investigados, sobre os quais constam fortes indícios que integram organização criminosa, envolvendo empresários, servidores públicos, mineradores, pesquisadores brasileiros e estrangeiros e atravessadores de fósseis extraídos da Chapada do Araripe.
Crimes
Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, usurpação de bem da União e crimes ambientais, previstos nas leis federais 12.850/13, 8.176/91 e 9.605/98, com penas de até 16 anos de prisão. “A apreensão realizada nos endereços objetiva elucidar a atuação dos investigados e de terceiros nos crimes, além de apreender os fósseis, com prisão em flagrante dos respectivos possuidores”, disse a PF./AB








