A proposta inicial é de que os alunos retornem às escolas em agosto. A decisão é complexa e ainda será discutida.
As entidades consideram que pontos como: a distinta condição sanitária de cada região do Estado, com avanço de casos no Interior; as especificidades de cada etapa do ensino (infantil, fundamental e médio) para assegurar o distanciamento social dos alunos na etapa presencial; e garantia de verbas para estruturar as escolas diante da demandas de higienização; são algumas situações que devem ser consideradas e discutidas antes de um parecer definitivo sobre o período e a forma do retorno às aulas.






