A decisão que determinou a prisão preventiva ocorreu sob a justificativa de garantir a ordem pública, após o senador Flávio Bolsonaro convocar uma vigília em apoio ao ex-presidente. A convocação teria sido interpretada como um potencial risco de mobilização que pudesse gerar instabilidade, levando o judiciário a adotar a medida cautelar.
A defesa do ex-presidente afirmou que ainda não teve acesso ao documento que embasa a ordem de prisão e declarou que está tentando, de forma urgente, obter a íntegra da decisão para compreender os fundamentos utilizados.
Segundo advogados que acompanham o caso, medidas como essa são adotadas quando há entendimento de que manifestações convocadas por figuras públicas podem inflamar apoiadores e comprometer a tranquilidade social.
A defesa classificou a postura do judiciário como atípica e surpreendente, destacando que somente após acesso ao documento poderá avaliar os próximos passos e eventuais recursos.
Novas informações devem ser divulgadas ao longo do dia, à medida que a defesa obtiver acesso aos autos e o tribunal se pronunciar oficialmente.






