Ele tentou viajar em um ônibus da empresa Expresso Guanabara, com destino a Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará.
Em nota, a empresa lamentou “a conduta agressiva registrada […] por um passageiro que tentou embarcar com uma bagagem em desacordo com as normas de transporte na Rodoviária Engenheiro João Thomé, em Fortaleza”.
No caso em questão, a Guanabara disse que o passageiro foi devidamente orientado pela equipe da empresa quanto às normas aplicáveis e recebeu alternativas para solucionar a situação, entre elas a possibilidade de deixar o aparelho sob os cuidados da empresa, no terminal rodoviário, para posterior retirada por alguém de confiança dele.
“Também foi oferecida a opção de cancelamento da viagem, com o devido estorno integral do valor da passagem. Nenhuma das alternativas apresentadas foi aceita”, garantiu a empresa.
A Guanabara argumentou que segue as regras previstas na legislação vigente para o transporte de bagagens, adotadas para garantir a segurança, o conforto e a integridade de todos os passageiros.
“Conforme essas normas, a bagagem de mão deve ter até 5 kg e dimensões compatíveis com os compartimentos superiores do ônibus. Já equipamentos eletrônicos, como o aparelho transportado pelo passageiro, e outros objetos de valor não podem ser transportados no bagageiro”, explicou a empresa.
A empresa ressaltou ainda que as orientações sobre embarque, documentação e regras de bagagem são disponibilizadas aos clientes no site da empresa, nas agências de atendimento e também no bilhete de passagem, que reúne informações sobre a viagem por meio de um QR Code./g1
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