“A equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde a Juliana estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu”, disse a publicação feita por volta das 11 horas da manhã, horário do Brasil.
Enquanto as buscas pela jovem estavam em andamento, o pai de Juliana embarcou rumo à Indonésia para acompanhar de perto os trabalhos das equipes. Neste momento, ele está a caminho do país asiático.
Juliana caiu de um penhasco que circunda uma trilha junto à cratera do Monte Rinjani, um vulcão localizado na Ilha de Lombok, a cerca de 1.200 km de distância de Jacarta, em uma área de difícil acesso.
Ela fazia uma trilha rumo ao cume do Monte Rinjani, na Ilha de Lombok, por volta das 4h da manhã do último sábado, 21, noite de sexta-feira, 20, pelo fuso do Brasil.
Muito famosa em razão da visão ampla do vulcão, por sua beleza natural, a trilha na Indonésia também é considerada muito perigosa e tem um histórico de acidentes e até mortes de visitantes.
A tentativa de resgate da brasileira foi dificultada por condições meteorológicas e de visibilidade adversas e mobilizou alpinistas experientes e o Ministério das Relações Exteriores. O embaixador do Brasil em Jacarta entrou pessoalmente em contato com o diretor internacional da Agência Nacional de Combate a Desastres da Indonésia. Dois funcionários da embaixada se deslocaram para o local, a fim de acompanhar pessoalmente os esforços pelo resgate.
Em nota, o governo brasileiro lamentou a morte de Juliana. “Ao final de quatro dias de trabalho, dificultado pelas condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região, equipes da Agência de Busca e Salvamento da Indonésia encontraram o corpo da turista brasileira”, disse.
Os familiares de Juliana confirmaram a morte da brasileira por meio de um comunicado:







