A declaração foi feita em um vídeo produzido em parceria com o Movimento 342 Artes e publicado nas redes sociais de Fernando, que dirigiu o filme “Quebrando o Tabu” (2011). Nele, a professora relata a perseguição sofrida pelo caçula por parte de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que fizeram meu filho Fernando, que é gay, sair do Brasil há sete anos”, disse a professora. “Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue em um caixão fechado.”
Ainda no vídeo, Marta Dora afirmou que viveu a ditadura militar e a transição para a democracia. Segundo ela, o governo de Jair Bolsonaro representou uma ruptura nesse processo. Ela também disse que uma eventual vitória do adversário de Lula, Flávio Bolsonaro (PL), seria um retrocesso para o país, sobretudo nas áreas social e cultural.
“Diante do momento atual, eu voto em Lula. A gestão do filho de Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente nas áreas sociais e culturais, durante as gestões passadas e a atual do presidente Lula”, declarou./Folha SP
(Foto: Reprodução/Instagram)






