Marinho destacou para imprensa cearense que o ex-ministro é opositor do ex-presidente Jair Bolsonaro e, portanto, não há afinidade de pautas entre o pedetista e os membros da direita, inviabilizando o apoio.
“O ex-governador e ex-ministro Ciro é um opositor declarado do presidente Bolsonaro. E evidente que não há afinidade nem dele conosco nem nossa com ele. Há uma reciprocidade de sentimentos em relação a uma eventualidade de um apoio”, declarou o senador.
“Não haverá possibilidade do PL apoiar o Ciro pro Governo do Estado. A candidatura dele é legítima, mas sem o nosso apoio”, afirmou.
Marinho acrescentou ainda que o bloco de oposição irá ter candidaturas aos governos, inclusive no Ceará, mas que não necessariamente o PL encabece a cabeça da chapa. Ele citou o União Brasil e o Novo para a aliança.
Dentro deste contexto aumenta a expectativa sobre a vinda do presidente Bolsonaro ao Ceará na próxima sexta-feira (30/5) para o seminário do PL, ocasião em que o maior líder da legenda deve deixar mais claro o posicionamento do partido em relação ao Ceará.
Em São Paulo, Bolsonaro também não tem aprovado manifestações do governador Tarcísio de Freitas que tem feito movimentos que vão em desencontro ao pensamento do ex-presidente. Bolsonaro segue dizendo ser o Plano A para disputar a presidência mesmo estando inelegível, podendo apontar algum nome da família para substituí-lo ao longo do processo eleitoral, mesma estratégia utilizada por Lula com Fernando Haddad em 2018.






