“Eu defendo há muito tempo que ele [Haddad] seja o nosso candidato, já que o Geraldo Alckmin, no meu entendimento, deve continuar como vice-presidente. Porque isso foi um pacto político, isso foi uma espécie de um contrato que nós assinamos com a sociedade brasileira, que a aliança entre o Lula e o Alckmin, criaria as condições para nós vencermos a eleição”, declarou Dirceu a jornalistas durante evento de 46º aniversário do Partido dos Trabalhadores, em Salvador (BA).
“Uma chapa forte seria a Alckmin e a Haddad. Mas o Alckmin não podendo, acho que a presença do Haddad é mais do que necessária”, reforçou o ex-ministro José Dirceu.
Lula por sua vez busca um nome competitivo em São Paulo para enfrentar o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que deve tentar a reeleição. O titular do Planalto, que também se prepara para disputar novo mandato, quer um palanque robusto no maior colégio eleitoral do país, com mais de 30 milhões de eleitores. O estado, aliás, foi decisivo para a vitória do petista sobre Jair Bolsonaro (PL) em 2022, e o presidente não quer perder tração em terras paulistas.





