A posse da agora ex-presidente do PT foi realizada com a presença do presidente Lula (PT) no Palácio do Planalto, em cerimônia que também deu início à gestão de Alexandre Padilha (PT) no Ministério da Saúde, no lugar de Nísia Trindade.
“Chego para somar. Foi essa missão que recebi e pretendo cumprir num governo de ampla coalizão, dialogando com as forças políticas do Congresso e com as expressões da sociedade, suas organizações e movimentos”, disse Gleisi.
“Tenho plena consciência do meu papel que é da articulação política.”, destacou.
Ela também falou em “respeitar adversários” e em “colaborar com todos”. Citou como prioridades a consolidação de uma “base estável” no Congresso, já a partir da votação do Orçamento de 2025, que ainda não foi aprovado.
Também mencionou como prioridade a ampliação da isenção do Imposto de Renda para pessoas que recebem até R$ 5.000 por mês, em proposta apresentada por Haddad em novembro passado.
“Eu estarei aqui, ministro Fernando Haddad, para ajudar na consolidação das pautas econômicas desse governo. As pautas que você conduz e que estão colocando novamente o Brasil na rota do emprego, do crescimento e da renda”, disse Gleisi.
No discurso, a nova ministra citou ainda especificamente o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmando que terá atuação conjunta.
“Estarei sempre aqui para conversar, ouvir críticas e acolher sugestões”, afirmou.






