De acordo com a epidemiologista e professora da Universidade Federal do Ceará (UFC), Caroline Gurgel, os alertas de propagação da doença para o Estado ainda refletem os excessos cometidos nas festas de fim de ano. Sobretudo, nos eventos clandestinos, onde o desrespeito às normas sanitárias é ainda mais comum. Outro agravante, segundo a especialista, é a descrença de boa parte da população quanto aos reais riscos da doença, provocada por um “vírus muito mutável”.






