Evandro foi um dos principais defensores da reeleição de Izolda Cela, então governadora do estado, quando foi negado a ela pela agremiação o direito de concorrer a reeleição pelo partido ao governo do estado. Desde aquele momento o parlamentar alega que foi alijado e se sente perseguido na legenda.
Na última sexta-feira (25/8), o diretório estadual do PDT havia concedido a ele a carta de anuência para desfiliação, mas, antes mesmo de anunciar formalmente que deixaria a agremiação, a Executiva Nacional do partido anunciou que irá judicializar o processo.
Ao dizer na tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará que estava deixando a legenda, o parlamentar agradeceu aos quadros da sigla e reforçou o pensamento de estar sendo perseguido na legenda pedetista, “me sinto por parte de alguns, alijado desse processo, eu me sinto em alguns momentos desrespeitado, dentro de poucos, que fazem esse projeto- assim como me senti ano passado perseguido, agora novamente, sem querer respeitar uma decisão do diretório estadual- agora já publicizaram que a Executiva Nacional, alias, imediatamente depois de uma decisão que houve sexta-feira, poucas horas depois, a Executiva Nacional já estaca comunicando publicamente que aquela decisão era nula de pleno direito”, desabafou Evandro Leitão.
Após seu discurso na tribuna da Casa, o parlamentar esclareceu em coletiva de imprensa que “Existem trâmites legais que nós temos que respeitar. Obviamente, ninguém é criança, ninguém é menino. Provavelmente haja uma judicialização, mas eu estou tranquilo da decisão que eu tomei”, enfatizou o presidente da Alece.
(Foto: Junior Pio/Alece)






