Ao dizer na tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará que estava deixando a legenda, Evandro Leitão agradeceu aos quadros da sigla e reforçou o pensamento de estar sendo perseguido na legenda pedetista, “me sinto por parte de alguns, alijado desse processo, eu me sinto em alguns momentos desrespeitado, dentro de poucos, que fazem esse projeto- assim como me senti ano passado perseguido, agora novamente, sem querer respeitar uma decisão do diretório estadual- agora já publicizaram que a Executiva Nacional, alias, imediatamente depois de uma decisão que houve sexta-feira, poucas horas depois, a Executiva Nacional já estaca comunicando publicamente que aquela decisão era nula de pleno direito”, desabafou Evandro Leitão.
André diz em Nota, que existe uma previsão estatutária de que o mandato pertence ao Partido e que anuências são vedadas inclusive por uma Resolução de 01/05/2022. O presidente interino nacional do PDT classificou as declarações de Evandro Leitão como “injustas”. “Por fim, mesmo com muitas declarações que considero injustas, sendo realizadas na sessão da Assembleia Legislativa do Ceará hoje dia 29/08/23, faço uma nova conclamação para a união partidária.
EM TEMPO
Evandro Leitão segue a tese de grande parte dos prefeitos da legenda pedetista: se o partido negou o direito de uma governadora no exercício do mandato de concorrer a reeleição, acredita-se que tudo pode acontecer, esse é o cerne da questão. O precedente do caso da reeleição de Izolda Cela gerou todo esse conflito, levando-se em consideração todos os interesses envolvidos na situação, tanto de um lado quanto de outro, se Ciro queria um palanque puro no Ceará, o PT queria alguém que confiasse no governo do estado, essa é a matriz geradora da divisão.
(Reginaldo Silva-Ceará Noticias)






