Ceará NotíciasCeará NotíciasCeará Notícias
Font ResizerAa
  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato
Font ResizerAa
Ceará NotíciasCeará Notícias
  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato
Pesquisar
  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato
Siga-nos
Ceará Notícias > Blog > Destaques > Estudo: beber refrigerante todo dia aumenta risco de gordura no fígado
DestaquesOutros

Estudo: beber refrigerante todo dia aumenta risco de gordura no fígado

Ultima atualização: 09/10/2025 11:19 AM
Redação
Compartilhar
4 Min. de Leitura
Compartilhar

Beber refrigerante todos os dias, mesmo nas versões zero ou diet, pode elevar em até 60% o risco de desenvolver esteatose hepática, o excesso de gordura no fígado. É o que mostra um novo estudo apresentado na terça-feira (7/10), durante o encontro anual da United European Gastroenterology (UEG), o maior congresso europeu de gastroenterologia.

A pesquisa usou dados do UK Biobank para avaliar a rotina de 123.788 pessoas sem doença hepática ao longo de 10 anos e vinculou o consumo diário de bebidas adoçadas com açúcar (SSBs) e de versões com adoçantes artificiais (LNSSBs) ao risco de desenvolver problemas no fígado. Nesta categoria estão refrigerantes, chás e sucos industrializados.

Os resultados mostraram que o consumo acima de 250 ml por dia aumentou em 60% o risco entre quem tomava versões adoçadas artificialmente e em 50% entre quem optava pelas tradicionais. Ao todo, 1.178 pessoas desenvolveram a doença e 108 morreram por causas relacionadas ao fígado.

Risco dos refrigerantes para o fígado

A condição observada no estudo é a doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD). Trata-se de um acúmulo de gordura nas células do fígado, que pode evoluir para inflamação, cirrose e falência hepática em casos graves.

Os autores apontam que a MASLD é hoje a forma mais comum de doença crônica do fígado e afeta cerca de 30% da população global. Muitos casos permanecem sem diagnóstico, já que os sintomas iniciais — fadiga e dor abdominal — costumam ser leves e desprezados.

“As bebidas adoçadas com açúcar são alvo de críticas há muito tempo, mas as versões ‘dietéticas’ ainda são vistas como alternativas seguras. Nosso estudo desafia essa percepção”, afirmou em comunicado à imprensa o gastroenterologista Lihe Liu, pesquisador líder da análise.

Efeitos além das calorias

O grupo de Liu sugere que o risco elevado pode ser resultado de mecanismos distintos. No caso das bebidas com açúcar, os picos de glicose e insulina favorecem o acúmulo de gordura e o ganho de peso. Já as versões com adoçantes podem alterar o microbioma intestinal e estimular o apetite.

Essas alterações, segundo os cientistas, podem desregular o metabolismo e criar um ciclo de consumo maior de calorias, mesmo em dietas controladas. Além disso, há indícios de que os adoçantes artificiais interferiram na secreção de insulina, agravando o quadro.

“O efeito é observado até em níveis modestos de consumo, como uma lata por dia. Isso mostra que mesmo quantidades pequenas podem ter impacto relevante para o fígado”, afirmou Liu.

Água como aliada do fígado

O estudo também avaliou o impacto da substituição das bebidas por água. Trocar refrigerantes comuns por água reduziu o risco de doença hepática em 12,8%. A troca das versões adoçadas artificialmente por água reduziu o risco em 15,2%.

Os pesquisadores não observaram benefício em substituir o refrigerante tradicional pela versão “zero”. O risco para o fígado permaneceu praticamente o mesmo, reforçando que ambas as categorias de bebida representam ameaça metabólica semelhante.

“A abordagem mais segura é limitar o consumo de qualquer tipo de bebida adoçada. A água ainda é a melhor opção para proteger o metabolismo e o fígado”, concluiu Liu.

Os cientistas pretendem agora investigar as causas biológicas dessa associação com maior precisão. O foco será entender como o açúcar e os adoçantes afetam as bactérias intestinais e de que forma essa interação contribui para o acúmulo de gordura hepática./Metrópoles

(Foto: Reprodução)

Compartilhar Notícia
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram
O que você acha?
Feliz0
Amor0
Embaraçar0
Triste0
Nervoso0
Surpresa0

Veja Também

CearáDestaques

Santa Quitéria terá 1ª edição do Corre SQ durante a Semana do Município

9 de julho de 2026
DestaquesPolítica

‘Não podemos sair brigando dentro de casa’, diz Valdemar sobre rixa entre Michelle Bolsonaro e Flávio

9 de julho de 2026
DestaquesOutros

Uso de tadalafila como ‘pré-treino’ expõe frequentadores de academias a riscos

9 de julho de 2026
CearáDestaques

Com Aécio fora da disputa, Ciro perde argumento para evitar palanque de Flávio no Ceará

9 de julho de 2026

 

CONTATO
[email protected]
WhatsApp (88) 9764 47 97

Categorias

  • Página Inicial
  • Destaques
  • Ponto Político
  • Política
  • Ceará
  • Esporte
  • Últimas Notícias
  • Entre em Contato

Tags

Ceará Destaques Educação Espaço Aberto Esporte Famosos Geral Interior Internacional Municípios Outros Policial Política Ponto Político
Welcome Back!

Sign in to your account

Perdeu sua senha?