“Se tivesse optado pelo União Brasil, Ciro sinalizaria um desejo de continuar no cenário nacional, dado o peso político da legenda. Mas ao escolher o PSDB, o gesto é outro; é local, é estratégico e mira o Palácio da Abolição”, destaca o colunista.
Para Reginaldo Silva, a escolha pelo PSDB; partido pelo qual Ciro já governou o Ceará entre 1991 e 1994; reforça a leitura de que o ex-ministro pretende retomar protagonismo político no estado, mirando diretamente a sucessão do governador Elmano de Freitas (PT).
Bolsonarismo começa a se aproximar de Ciro
Ainda de acordo com a análise do colunista, setores do bolsonarismo cearense também demonstram sinais de aproximação com o projeto político de Ciro Gomes, após um período de indefinições envolvendo o ex-ministro e o bloco liderado pelo deputado federal André Fernandes (PL-CE).
“Até o bolsonarismo cearense, após idas e vindas, já começa a se alinhar em torno da pré-candidatura de Ciro Gomes, reconhecendo nele uma figura capaz de polarizar a disputa com o grupo governista”, defende o colunista.
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