O pleito acontece dois anos após a eleição presidencial de 2024, que reconduziu Trump à Casa Branca. Embora não seja candidato, o presidente está no centro do debate eleitoral, marcado por questões como custo de vida, imigração e os efeitos econômicos da guerra envolvendo o Irã.
Atualmente, o Partido Republicano, de Trump, controla as duas Casas do Congresso. Na Câmara, são 218 republicanos e 214 democratas, além de um independente e duas cadeiras vagas. A maioria exige 218 dos 435 assentos.
No Senado, os republicanos ocupam 53 cadeiras, contra 45 dos democratas e duas de parlamentares independentes alinhados à oposição. Das 35 vagas em disputa, 33 correspondem à renovação regular e duas a eleições especiais.
Pesquisa Reuters/Ipsos divulgada na segunda-feira (2/11) aponta 46% de preferência pelos democratas e 38% pelos republicanos na escolha partidária para o Congresso. O levantamento nacional, entretanto, não determina os resultados das disputas em cada distrito ou estado.
As eleições representam um momento importante para a relação entre a Casa Branca e o Legislativo. Uma eventual mudança de maioria em qualquer uma das Casas poderá interferir na aprovação de projetos, na tramitação do orçamento e na fiscalização das ações do governo federal.
Os eleitos assumirão seus mandatos em janeiro de 2027. A definição do controle do Congresso poderá levar alguns dias, dependendo da apuração dos votos nos estados. O resultado estabelecerá a nova composição política do Legislativo americano até o fim do atual mandato de Donald Trump, em janeiro de 2029.






