
O Partido dos Trabalhadores já entendeu que não existe eleição fácil, a maior prova foi o pleito passado em Fortaleza, ocasião em que houve uma mobilização gigantesca para vencer o bolsonarismo liderado por André Fernandes.
Em um cenário político cheio de variantes, incluindo-se aí uma possível entrada do ex-ministro e ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) no cenário estadual, podendo embaralhar ainda mais o jogo político. O Partido dos Trabalhadores segue trabalhando para manter a unidade do bloco.
A articulação de uma chapa única para o PED 2025, com Antonio Filho, o Conin, como candidato de consenso, une a força eleitoral de Camilo e Elmano e a militância do Campo Democrático de José Guimarães, os dois grupos asseguraram a eleição de Evandro Leitão no segundo turno em Fortaleza.
Assim, fica fica preservada a unidade do partido para defender à reeleição de Elmano de Freitas, fica mantida a pré-candidatura de Guimarães ao Senado pela Federação Brasil da Esperança e a liderança de Camilo Santana consolidada no estado, como opção do bloco em um possível plano B, em nível nacional.
No Ceará, a construção da chapa única para o PED 2025 conta com o apoio de prefeitos, prefeitas, lideranças de movimentos sociais e das mais diversas regiões do estado.
“Essa unidade é estratégica. O PT do Ceará está governando, ao mesmo tempo, o Brasil, o Estado e a capital Fortaleza. Precisamos de um partido forte, organizado e conectado com as bases para sustentar esse projeto coletivo”, destacou Guimarães.
Ainda em nível nacional, o líder do governo na Câmara, José Guimarães, vem defendendo que o partido amplie sua federação atual e atraia também o PSB e PDT para a aliança formal em torno da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. Para o deputado, o Planalto também deve promover um “rearranjo” entre os aliados até julho, indicando possibilidade de nova reforma de cargos para atrair siglas de centro para o projeto nacional.






