Na Bahia, Rui Costa (PT) pretende ficar no mandato até o fim e constura-se um apoio a reeleição de Otto Alencar (PSD) para pavimentar o caminho de Jaques Wagner.
Com a alta rejeição do presidente Jair Bolsonaro na Bahia, a tendência é que ACM Neto se coloque como oposição ao presidente. Por isso, dentro do DEM, ele defende a construção de uma terceira via que passa por conversas inclusive com nomes mais à esquerda, como Ciro Gomes (PDT).
ACM tem intensificado o tom das críticas a Bolsonaro com o objetivo de fugir da nacionalização da campanha baiana. A tendência é que, ancorado em um candidato à Presidência de um partido de centro, o DEM, fuja da nacionalização da campanha, buscando novos enfoques na construção do discurso voltado para o campo gerencial do novo contra velho, com mais força e entusiasmo para tocar o Estado.






