Além disso, há cinco semanas, também há quedas consecutivas nos registros de novos casos, de acordo com a plataforma IntegraSUS, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).
A tendência de redução segue se repetindo ao longo das nove Semanas Epidemiológicas.
A secretária executiva de Vigilância e Regulação da Sesa, Magda Almeida, acredita que a redução se deve a um conjunto de fatores que dependem não só da gestão, mas também de fatores assistenciais e da sociedade civil, que, segundo ela, participa aderindo às medidas de isolamento, distanciamento e de higiene.
“Foi um conjunto de medidas importantes de regulação. Os decretos de isolamento social no tempo correto, fazendo com que as pessoas cumprissem um distanciamento social forçado, e, com isso reduzir a transmissão. A normativa do uso de máscara obrigatório”, exemplifica.
A assistência hospitalar também é apontada como fator relevante para a redução. Hoje, diz a secretária, os pacientes chegam para serem atendidos em estados menos graves porque já foram diagnosticados, isolados e acompanhados na atenção primária. “Não é mais como foi em fevereiro e março, quando havia muita incerteza em relação, por exemplo, à terapêutica e aos exames. Hoje em dia estamos muito mais maduros para lidar com a Covid-19, e, com isso, temos uma mortalidade menor nos hospitais”, afirma Almeida.
Espera-se que essa tendência continue se repetindo!
(Com informações DN)






