A falta de consistência no comando do Inep e de uma política de incentivo as avaliações de larga escala, levou o Exame Nacional do Ensino Médio, em 2021, a ter menor taxa de adesão da história (desde 1998), quando pouco mais de 2 milhões de estudantes fizeram a prova. Em 2022, houve crescimento da participação na comparação com o ano anterior, mas foi mais uma edição de baixa participação em relação a outros momentos da série histórica.
“Hoje (quinta), inclusive, está tendo um pregão em relação á empresa que vai participar da aplicação da prova (Enem). Mas a ideia é que a gente possa retomar o mais rápido possível e estimular jovens, que os jovens possam realizar o Enem como era no passado. E vamos criar uma estratégia para isso”, disse o ministro Camilo Santana a jornalistas após a cerimônia de transferência de posse do Ministério do Planejamento e Orçamento para Simone Tebet.






