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Ceará Notícias > Blog > Destaques > Bolsonaro tenta pressionar STF em menor ato na Paulista desde o fim de seu mandato
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Bolsonaro tenta pressionar STF em menor ato na Paulista desde o fim de seu mandato

Ultima atualização: 30/06/2025 9:39 AM
Redação
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8 Min. de Leitura
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O ato pró-Bolsonaro na tarde deste domingo (29/6), na Avenida Paulista, reuniu 12,4 mil pessoas, segundo análise do Monitor do Debate Público do Meio Digital, da Universidade de São Paulo (USP). O número é o menor registrado em São Paulo em manifestações bolsonaristas desde que Jair Bolsonaro (PL) deixou a presidência em 2022.

Em 6 de abril deste ano, durante outro ato bolsonarista na Paulista, o monitor da USP contabilizou 44,9 mil pessoas, enquanto em fevereiro de 2024,quando Bolsonaro também foi à Paulista pedir anistia aos presos do 8 de Janeiro, o ex-presidente reuniu cerca de 185 mil manifestantes.

A contagem deste domingo foi feita no momento de pico da manifestação, às 15h40, a partir de fotos aéreas analisadas com software de inteligência artificial.

Diferente do ato do dia 6, intitulado “anistia já”, o deste domingo teve uma pauta mais ampla, sob o mote “justiça já”. Embora os participantes do ato tenham pedido anistia aos presos pelo 8 de janeiro, os discursos se concentraram em críticas ao governo Lula e ao Supremo Tribunal Federal (STF), e nas perspectivas eleitorais para 2026.

O ex-presidente Bolsonaro afirmou que se a direita bolsonarista conseguir maioria de representantes nas duas Casas do Congresso Nacional, ele pode mudar o País – mesmo que esteja fora da Presidência. “Se vocês me derem, por ocasião das eleições do ano que vem, 50% da Câmara e 50% do Senado eu mudo o destino do Brasil”, disse Bolsonaro.

Bolsonaro pede ‘50% da Câmara e do Senado’ para ‘mudar o Brasil’

Inelegível até 2030, Bolsonaro deu um foco maior ao Congresso em seu discurso do que na própria disputa presidencial. “Não interesse onde eu esteja, aqui ou no além, quem estiver na liderança(do Congresso) vai mandar mais que o presidente da República”, afirmou. Com maioria no Congresso, o grupo pode avançar com ações como o pedido de anistia aos golpistas e votar cassação de ministros do STF.

Antes de Bolsonaro, deputados federais e senadores discursaram no palanque, incluindo seu filho Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), um dos principais nomes cotados para disputar a Presidência da República em 2026, colhendo os espólios do ex-presidente.

Tarcísio de Freitas fala em ‘anistia’ e ‘pacificação’

Em seu discurso, Tarcísio de Freitas pediu “anistia” e “pacificação”, e estimulou o público a gritar “fora, PT”.

Tarcísio não se colocou como opção para as eleições presidenciais de 2026, mantendo seu apoio ao ex-presidente. “Vamos dar essa resposta no ano que vem, porque vamos nos reencontrar com a esperança, com a nossa vocação de ser grande. Vamos nos reencontrar com esse líder”, disse ele, em referência a Bolsonaro, a quem chamou de “o maior líder político da história”, fazendo brados de “fora, PT” e “volta, Bolsonaro”.

Tarcísio fala em nome de governadores da direita durante ato de Bolsonaro

Tarcísio foi o único entre os governadores presentes a discursar. Além dele, estavam Romeu Zema (Novo-MG),Jorginho Mello (PL-SC) e Cláudio Castro (PL-RJ). Outros governadores da direita, como Ratinho Junior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União-GO) e Eduardo Leite(PSD-RS), que também são cotados para colher o espólio do ex-presidente na eleição do ano que vem, não estiverem no ato.

Sóstenes acusou STF de perseguição e Malafaia reforça narrativa da defesa de Bolsonaro

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), também se manifestou durante o ato. Em seu discurso, acusou o STF de perseguir possíveis candidatos de direita com chances reais de se elegerem ao Senado.

O pastor Silas Malafaia, por sua vez, voltou a criticar duramente o ministro Alexandre de Moraes, que foi alvo de ataques durante todo o ato. Malafaia ainda ecoou narrativas da defesa de Bolsonaro que buscam anular a delação de Mauro Cid no inquérito do golpe.

O líder da Oposição, deputado Coronel Zucco (PL-RS), também discursou no ato. “Estamos com Bolsonaro porque ele é o símbolo do patriotismo e do civismo. Ele luta pelo voto impresso auditável”, disse.

Zucco e outros parlamentares mencionaram ainda o estado de saúde do ex-presidente, que se recupera de uma cirurgia realizada em abril para tratar uma obstrução intestinal decorrente da facada sofrida em 2018.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente, afirmou que a “balança judicial está desequilibrada”. E alegou: “Não é que não haja provas para condená-lo – as provas mostram, pai, que você é inocente. E liberdade não se negocia.”

Durante interrogatório no dia 10 de junho, o ex-presidente admitiu ter mostrado uma minuta ao então comandante do Exército, general Marco Antônio Freire Gomes, mas negou ter tentado golpe de Estado. Ele assumiu também ter recebido sugestões para decretar estado de sítio no País.

Bandeiras pediam ajuda dos EUA de Trump

Mais uma vez, bandeiras do Brasil se uniram às dos Estados Unidos e de Israel na manifestação. Em uma das faixas próximas ao carro de som, lia-se “Bolsotrump” e “Trumponaro”. Em outra, com uma caricatura de Eduardo Bolsonaro, constavam os dizeres: “Edu, nós o apoiamos” e “Donald Trump, thank you very much”. As declarações apoiam a tentativa do deputado federal licenciado em conseguir sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes por parte de autoridades norte-americanas.

Houve ainda cartazes com críticas ao sistema eletrônico de votação, com a frase “Democracia só com contagem pública dos votos”.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) conversou com a imprensa antes do início do ato e disse que a manifestação pede “não perseguição” a parlamentares da direita e a Bolsonaro.

Sóstenes diz que ato na Paulista pede ‘não perseguição’ a parlamentares da direita e a Bolsonaro

Já o vice-prefeito de São Paulo, coronel Ricardo de Mello Araújo disse que representava o prefeito Ricardo Nunes, que está em viagem oficial a Roma. À imprensa, ele defendeu que os atos golpistas de 8 de janeiro não foram um golpe, e sim “depredação de patrimônio público”. Ele ainda afirmou que quer Bolsonaro candidato a presidente em 2026, com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), concorrendo à reeleição.

Vice-prefeito de São Paulo diz que 8 de Janeiro foi depredação de patrimônio: ‘longe de golpe’

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por sua vez, manifestou-se sobre uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo em que disse que um candidato apoiado pelo ex-presidente em 2026 deve brigar com o STF pelo indulto aos golpistas, se necessário, incluindo até “o uso da força”.

A Flávio afirmou que “não é algo que eu defendia, ou que eu trabalharia a favor disso. Foi uma análise de cenário que pode acabar acontecendo se o próprio Supremo não reverter essas bizarrices jurídicas capitaneadas por Alexandre de Moraes”. O senador se refere ao julgamento de Bolsonaro e de outros membros de sua cúpula de governo pelo ministro do STF, sob a acusação de tentativa de golpe após as eleições de 2022.

‘Uso da força’ pode ocorrer se ações de Moraes não forem revertidas, diz Flávio Bolsonaro/AE

(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

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