André Fernandes já é alvo de investigação do Ministério Público Federal. O Psol também pediu a inclusão do parlamentar no inquérito dos atos antidemocráticos no Supremo Tribunal Federal.
Agora foi a vez dos advogados Marco Aurélio de Carvalho, Fabiano Silva dos Santos e Pedro Serrano, do grupo Prerrogativas, peticionarem contra o deputado cearense pedindo que ele tenha a diplomação suspensa e o impedimento de sua posse na Câmara dos Deputados no próximo dia 1° de fevereiro.
Além de André Fernandes, outros cinco deputados também são alvo da ação, os federais eleitos; Carlos Jordy (PL-RJ), Silvia Waiãpi (PL-AP), Nikolas Ferreira (PL-MG) e os estaduais eleitos Sargento Rodrigues (PL-MG) e Walber Virgolino (PL-PB). Em todos os casos, são citadas manifestações e publicações dos parlamentares eleitos para embasar a denúncia.
André Fernandes teria publicado em suas redes sociais afirmando que no fim de semana ocorreria o primeiro ato contra o governo Lula. Depois da invasão, ele postou foto da porta do gabinete do ministro Alexandre de Moraes vandalizada pelos terroristas. Junto à imagem, acrescentou “não pode rir”. As duas publicações foram apagadas do perfil do parlamentar após a repercussão negativa do evento. Posteriormente, André Fernandes enfatizou que não concorda com os atos de vandalismo e que segue tranquilo, pois, não teria cometido nenhuma ilegibilidade e se prontificou em colaborar com a Justiça.






