A controvérsia teve início há 13 anos, quando uma Ação Civil Pública foi proposta para regularizar a ocupação do espaço, considerado inadequado para uso comercial. Entre 2018 e 2020, alguns comerciantes chegaram a obter alvarás temporários, mas a situação continuou irregular.
Em 2020, a Paróquia de Jesus, Maria e José apresentou nova representação ao Ministério Público denunciando problemas como venda de bebidas alcoólicas, perturbação do sossego, poluição visual e uso indevido de terreno pertencente à Igreja. A partir daí, o caso evoluiu para uma investigação mais ampla, resultando em pedidos formais de desocupação e fiscalização rigorosa.
De 2021 a 2025, o Ministério Público encaminhou diversas recomendações ao município, solicitando que medidas administrativas fotomadas para cumprir as exigências legais. Em agosto de 2025, uma nova ação civil pública foi ajuizada, solicitando a retirada imediata das estruturas.
A Justiça concedeu liminar determinando a desocupação no prazo de 30 dias, sob pena de multa e uso de força policial em caso de descumprimento. O prazo expirou nesta segunda-feira, quando a Prefeitura informou que todos os ocupantes haviam deixado o local de forma voluntária, garantindo o cumprimento integral da decisão judicial.






