O deputado disse que a bancada do seu partido tem queixas em relação à falta de espaços regionais, além da ausência de uma pasta no primeiro escalão do governo que tenha políticas públicas efetivas. A legenda ocupa hoje apenas o Ministério da Previdência Social, chefiado pelo presidente da sigla, Carlos Lupi.
“Nós nos sentimos escanteados. A questão é, na prática, o que está acontecendo é pouca visão que está tendo em cima de aliados históricos, talvez por contabilizar como certo esses votos que nós temos na Câmara. Mas não é bem assim, nós temos divergências pontuais com o governo”, afirmou Figueiredo ao Estadão.
André Figueiredo negou que a legenda se sinta ameaçada em meio às negociações ministeriais, mas admitiu o incômodo. “Ameaçado a gente não tem porque sentir, porque, sinceramente, o Ministério da Previdência é muito mais ônus do que bônus”.
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Figueiredo é líder do maior bloco da Câmara, que reúne 174 deputados dos partidos União Brasil, PP, PSDB, Cidadania, PSB, Avante, Solidariedade, Patriota e PDT, além de ocupar a liderança de seu partido na Casa.






