Segundo o ministro, este evento difere daquele corrido há anos atrás, o qual, por falta de planejamento, o país ficou à beira do colapso do sistema elétrico brasileiro”, disse ele. Para Alexandre Silveira o relatório mais recente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) aponta como único evento que pode estar relacionado ao apagão o que se deu no norte do Nordeste, mais especificamente, em uma linha de transmissão no Ceará.
Ele não identificou qual é a empresa responsável pelo empreendimento e disse não querer terceirizar responsabilidades, embora tenha citado a Eletrobras várias vezes ao longo de sua fala.
“Não quero terceirizar a responsabilidade às empresas privadas. A responsabilidade é nossa, de dar respostas aos brasileiros e brasileiras. O que devemos fazer é nos robustecer cada vez mais, por isso minha crítica à privatização da Eletrobras”, destacou o ministro.
Silveira também afirmou que o fato de ter sido identificado um problema no Ceará não descarta a possibilidade de outros problemas simultâneos de geração terem ocasionado o problema.
Ele afirmou que, se detectada responsabilidade de agentes privados pelo ocorrido, eles serão responsabilizados e sofrerão sanções. Disse também que todas as possibilidades de causas foram aventadas, ao ser questionado sobre um possível evento relacionado à usina de Belo Monte.
O ministro ressaltou ainda que está avaliando como será fortalecido o sistema elétrico brasileiro e que é importante que empresas tenham sinergia com o poder público. Ele citou, como exemplo, a falta de expressão de solidariedade por parte da Eletrobras em relação ao ocorrido.






