Daniel Medeiros de Siqueira e Francisco Amaury da Silva Araújo foram presos ainda no sábado em um matagal na zona rural de Morrinhos. Os dois estavam escondidos próximo a um local onde fora abandonada a moto utilizada no crime.
De acordo com a Polícia Civil que investiga o caso ambos realizaram o reconhecimento dos locais por onde a advogada costumava passar. A advogada era esposa de um tenente-coronel da PM. Os motivos que levaram a execução ainda estão sendo investigados.
Diante da repercussão do caso, os policiais militares presos suspeitos das mortes da advogada Rafaela Vasconcelos e de sua mãe Maria Socorro Vasconcelos, também foi descoberto que os dois já tinham antecedentes criminais por crimes como extorsão e homicídio.
O sargento Francisco Amaury da Silva Araújo é investigado por um homicídio ocorrido em 2019 e por um caso de extorsão ocorrido em 2018. Já o soldado Daniel Medeiros de Siqueira é réu por um caso de extorsão ocorrido em 2020.
ENTENDA O CASO
Rafaela e Maria Socorro foram mortas por volta do meio-dia da última sexta-feira (24/3), no Centro de Morrinhos. Ás câmeras de vigilância mostraram que um motociclista praticou o crime, atirando contra as vítimas.
A moto utilizada foi encontrada horas após o crime em uma casa abandonada localizada há cerca de três quilômetros do Centro de Morrinhos. Os PMs Francisco Amaury e Daniel Siqueira foram presos no mesmo local um dia depois. Segundo afirmaram, eles apenas estavam passando pelo local e pararam para fazer necessidades fisiológicas.
ANTECEDENTES CRIMINAIS
O sargento Amaury, já chegou a ser preso temporariamente, ao lado de outros três policiais suspeito de participação no assassinato de Alisson Xavier Lima, de 21 anos, crime ocorrido no bairro Conjunto Palmeiras. Não existe acusação formal contra ele, mas o inquérito ainda está tramitando.
Em 2018, Amaury também já havia sido preso em flagrante dentro de um shopping suspeito de extorquir um homem por causa de uma dívida. À Polícia, a vítima disse que ele e sua família estavam sofrendo ameaças.
Já em relação ao caso de extorsão o qual responde o soldado Siqueira, teria ocorrido em 14 de maio de 2020 no bairro Jacarecanga. O mesmo foi preso ao lado de outros dois PMs sob acusação de terem exigido R$ 20 mil de um homem que estaria com a posse equipamentos hospitalares de procedência dubitável.






