Na nota, os vereadores afirmam que a investigação é um exemplo de ato que deve ser “duramente confrontados, porque ferem a Constituição Federal, fragilizam a democracia brasileira e colocam em risco uma série de avanços conquistados a partir da Carta Magna de 1988”.
O documento cita uma entrevista do ex-governador cearense à Rádio Tupinambá, de Sobral, em novembro do ano passado, na qual Ciro afirmou que a população, ao não apoiar os candidatos de Bolsonaro, mostrava um sentimento de “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do País e seu desrespeito à saúde pública”. Na entrevista Ciro também chamou o presidente de “ladrão” e citou o caso de “rachadinha” que envolve seus filhos ao falar das pretensões políticas do ex-juiz Sérgio Moro.
O manifesto de apoio a Ciro Gomes contou com assinaturas de 25 parlamentares, mais da metade dos vereadores da Câmara Municipal de Fortaleza, composta por 43 cadeiras. Assinam as notas parlamentares do PDT, PSB, Cidadania, PP, PL, PSD, PSC, Rede e DEM.
Dentre eles, o presidente da Casa, Antônio Henrique (PDT), o líder do PDT, Júlio Brizzi e o presidente municipal do PSB, Léo Couto.
(Com informações DN)






