Aqui no Ceará, os mandados da operação, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MSP), partiram de provas identificadas pela Polícia Civil, como elementos informativos coletados em ambientes virtuais que indicam que os suspeitos eram autores ou armazenavam conteúdos sexuais envolvendo crianças. Diversos equipamentos eletrônicos com conteúdo pornográfico foram apreendidos.
No Brasil, a pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão; de 3 a 6 anos pelo compartilhamento; e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.
A ação desencadeada é decorrente de cooperação mútua entre a Diretoria de Operações da Secretaria de Operações Integradas do MJSP e conta com a colaboração da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, por meio da Adidância da Polícia de Imigração e Alfândega em Brasília (Homeland Security Investigations -HSI).
Nas outras seis fases da operação Luz na Infância, no Ceará, 23 pessoas foram presas. A primeira fase aconteceu em outubro de 2017, a segunda em maio de 2018; a terceira, em novembro de 2018, as quarta e quinta fases em março e setembro de 2019, respectivamente. Já a sexta fase ocorreu em fevereiro deste ano.
(Cominformações/OPovo)






