“A escolha é muito clara. Quem faz isolamento social melhor e mais agressivo, volta antes para a economia”, destaca Cabeto, citando exemplos de países que, ao se anteciparem em decretar o fim do isolamento, retardaram o início das atividades econômicas.
O Secretário de Saúde do Estado declara ainda que “fora dessas situações, seria muito arriscado fazer a flexibilização e ter o número de óbitos por desassistência”, pontua Dr. Cabeto.






