O encontro ocorreu em um restaurante no centro da capital paulista e foi articulado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB). A reunião integrou a estratégia de mobilização de lideranças municipais em apoio à candidatura de Flávio na reta final da eleição presidencial.
Ao abordar os programas sociais, Flávio garantiu que não pretende acabar com os programas sociais do atual governo. Segundo ele, sua proposta é “fazer mais” do que o atual governo e criar condições para que as pessoas possam “andar com as próprias pernas”. O candidato também classificou como “merreca” o reajuste promovido por Lula, afirmando que o aumento representaria apenas R$ 3 por dia.
Flávio não disse como fazer e nem de onde pretende tirar esses recursos, em falas anteriores prometeu fazer cortes, classificado pela oposição como um “tesouraço”, mas também não detalhou onde seriam esses cortes.
Em discurso marcado pela confiança no resultado das urnas, Flávio afirmou perceber um ambiente favorável à sua candidatura e declarou estar “preparado e motivado” para assumir a Presidência. O senador classificou sua candidatura como um “projeto de Deus” e afirmou.






