A declaração foi dada durante entrevista coletiva após a plenária do PT que lançou a pré-candidatura do deputado estadual De Assis Diniz à reeleição. O evento ocorreu em Fortaleza e reuniu lideranças políticas, representantes de movimentos sociais, sindicalistas, agricultores familiares, jovens, mulheres e apoiadores de várias regiões do Estado.

Guimarães listou três pontos que considera urgentes para colocar a pré-campanha governista nas ruas. O primeiro, segundo ele, é mobilizar a militância, fazer o que o De Assis Diniz fez hoje aqui. O segundo é acelerar a definição da chapa majoritária, incluindo o nome do vice e os dois candidatos ao Senado. O terceiro é vincular o principal adversário da base ao bolsonarismo no Ceará.
“Primeiro, botar a militância na rua. É isso que nós precisamos. Segundo, apressar a decisão da chapa, quem vai ser vice e quem são os dois senadores. Ficar protelando, isso é um erro estratégico, já que o outro lado tá fazendo campanha. Terceiro, vincular o nosso adversário ao Bolsonaro aqui no Ceará”, afirmou Guimarães.

A fala ocorre em um momento de forte movimentação nos bastidores da política cearense. Enquanto a oposição tenta consolidar alianças para 2026, a base do governador Elmano de Freitas ainda discute a composição da chapa majoritária, especialmente na escolha dos nomes para as duas vagas ao Senado.
Para o ministro, a base governista precisa ocupar as ruas, organizar o discurso e antecipar a disputa de narrativa contra os adversários.
A plenária também marcou o lançamento da pré-candidatura de De Assis Diniz à reeleição para deputado estadual. O parlamentar ocupa a 1ª Secretaria da Assembleia Legislativa e hoje é considerado um dos deputados mais influentes da Casa Legislativa. Ligado historicamente aos movimentos sociais e à agricultura familiar, ele busca renovar o mandato na Assembleia Legislativa do Ceará.






