Segundo os investigadores, o parlamentar é suspeito de liderar um esquema de corrupção que cobrava propina de prefeitos em troca da liberação de emendas parlamentares. A defesa de Maranhãozinho ainda não se manifestou.
Em março, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Josimar Maranhãozinho a 6 anos e 5 meses de prisão em regime semiaberto por integrar um esquema criminoso relacionado à destinação de R$ 6,67 milhões em emendas parlamentares.
Segundo a acusação, ele teria solicitado, em 2020, ao então prefeito de São José de Ribamar (MA), José Eudes, o pagamento de R$ 1,6 milhão – equivalente a 25% do valor das emendas – como propina./AE
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