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Ceará Notícias > Blog > Destaques > Câncer de intestino: como identificar a doença em estágio inicial, como Chico Pinheiro?
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Câncer de intestino: como identificar a doença em estágio inicial, como Chico Pinheiro?

Ultima atualização: 12/05/2026 9:10 AM
Redação
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6 Min. de Leitura
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Nesta segunda-feira (11/5), o jornalista Chico Pinheiro revelou ter sido diagnosticado com câncer no intestino e afirmou que precisou passar por uma cirurgia. O anúncio foi feito em um trecho de seu programa, que vai ao ar às 19h no canal do ICL Notícias no YouTube.

O apresentador não detalhou quando recebeu o diagnóstico, mas disse que a doença foi descoberta ainda no início. Apesar disso, enfrentou complicações após o procedimento cirúrgico e permaneceu internado por mais de um mês, incluindo passagem pela Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O meio mais preciso de diagnosticar precocemente o câncer de intestino ou lesões pré-malignas no órgão é a colonoscopia, exame no qual um aparelho flexível com uma câmera na ponta é inserido no canal anal do paciente, o que possibilita ao médico observar o interior do intestino grosso.

Durante a colonoscopia, o médico pode identificar pólipos e lesões na mucosa do intestino e removê-las para realização de uma biópsia. Quando realizado periodicamente ou na ocorrência de sintomas, o exame pode identificar o tumor em estágios iniciais, quando o tratamento é altamente eficaz.

Além disso, o exame é usado para identificar as lesões pré-cancerígenas (pólipos intestinais) na população assintomática. Isso porque os pólipos podem demorar até dez anos para tornarem-se malignos e a retirada deles durante o exame evita essa progressão.

A Sociedade Brasileira de Coloproctologia recomenda a realização da colonoscopia mesmo em pessoas assintomáticas a partir dos 45 anos de idade. Se houver histórico de casos do tumor na família, o rastreamento deve começar aos 40 anos ou dez anos antes da idade que o familiar tinha quando foi diagnosticado.

Pessoas com sintomas como sangramento ao evacuar, dor abdominal, perda de peso, fezes achatadas e mudanças no hábito intestinal, como diarreia persistente, também devem procurar um médico para uma avaliação. Mas é importante ressaltar que, nos estágios iniciais da doença, nem todos os pacientes apresentam sintomas, daí a importância do rastreamento periódico da população assintomática por meio da colonoscopia de rotina.

Para os que não tiverem fácil acesso à colonoscopia, uma alternativa é o teste de sangue oculto nas fezes, mais simples e barato. Muitos países realizam programas de rastreamento com esse exame e encaminham para a colonoscopia somente os pacientes cujo resultado foi positivo para sangue nas fezes.

Fatores de risco

O câncer no intestino, também chamado de câncer colorretal, ocupa a terceira posição entre os tipos de câncer mais incidentes no País. Entre 2026 e 2028, estão previstos 53.810 novos casos por ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca).

De acordo com Poliana Blasi, oncologista do Hospital Municipal Gilson de Cássia Marques de Carvalho, gerido pelo Einstein, esse tipo de câncer é mais comum a partir dos 45 anos. No entanto, pessoas com histórico familiar da doença em idade precoce podem apresentar predisposição genética para a doença e têm maior risco de desenvolver o tumor.

Outras condições associadas ao desenvolvimento da doença incluem doenças inflamatórias intestinais e algumas doenças autoimunes.

Já os fatores de risco modificáveis estão relacionados ao tabagismo, sedentarismo, obesidade e alimentação inadequada. “Destacamos especialmente o consumo frequente de carnes processadas, ultraprocessados e bebidas alcoólicas”, explica Poliana.

A especialista ressalta ainda que, na maior parte dos casos, os fatores de risco podem ser controlados. “Existem pacientes com predisposição genética, mas eles representam a minoria. Na maioria das vezes, é possível modificar hábitos e reduzir o risco de desenvolver a doença”, afirma.

Segundo Thiago Kenji, oncologista do Hospital Santa Paula, da Rede Américas, os homens apresentam maior predisposição ao câncer colorretal, em parte pelos hábitos alimentares.

“Homens costumam consumir mais alimentos associados à carcinogênese, como ultraprocessados, embutidos e bebidas alcoólicas, o que favorece processos inflamatórios no intestino”, explica.

Principais tratamentos

O tratamento do câncer colorretal é multidisciplinar e varia de acordo com a localização do tumor.

Nos casos de câncer de reto, o protocolo pode envolver quimioterapia, imunoterapia, radioterapia e cirurgia.

Já os tumores localizados no cólon — parte mais alta do intestino — costumam ser tratados principalmente com cirurgia e quimioterapia.

“Nesses casos, a radioterapia geralmente é indicada apenas em situações específicas, como tratamento paliativo de metástases”, explica Poliana.

Possíveis complicações

A aderência intestinal, citada por Chico Pinheiro, é uma das possíveis complicações relacionadas ao tratamento cirúrgico do câncer colorretal. O problema ocorre quando alças intestinais acabam se unindo durante o processo de cicatrização após cirurgias abdominais.

“Isso pode provocar dores e até obstrução intestinal”, explica a oncologista.

Outras complicações incluem infecções, sangramentos, dor abdominal, dificuldade para retomar a alimentação e alterações intestinais relacionadas ao procedimento realizado.

Nos casos em que é necessária a utilização de bolsa de colostomia, o paciente também pode apresentar disfunções intestinais e infecções locais.

“É importante lembrar que essas complicações podem ser manejadas adequadamente quando há acompanhamento próximo da equipe médica”, afirma Poliana.

Segundo Kenji, as cirurgias para câncer colorretal costumam apresentar bons índices de segurança e podem ser realizadas por diferentes técnicas, como cirurgia aberta, laparoscópica ou robótica./AE

(Foto: Reprodução)

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