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Inflação desacelera a 0,67% em abril e vai a 4,39% em 12 meses; alimentos e gasolina pressionam

Ultima atualização: 12/05/2026 10:24 AM
Redação
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4 Min. de Leitura
TQ SÃO PAULO 03.04.2020 PASCOA QUARENTENA ECONOMIA EXCLUSIVO EMBARGADO Páscoa da Quarentena. Reportagem entrevistou alguns consumidores no supermercado Hirota, da Rua Gaspar Fernandes, no Ipiranga, perguntando como será o almoço de Páscoa durante o período de quarentena imposto pela Pandemia de Coronavírus, o Covid - 19. FOTO TIAGO QUEIROZ / ESTADÃO
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O índice oficial de inflação do Brasil desacelerou a 0,67% em abril, após subir 0,88% em março, quando houve os impactos iniciais da guerra no Irã.

É o que apontam os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O novo resultado veio em linha com a mediana das projeções do mercado financeiro, que também era de 0,67%. O grupo alimentação e bebidas subiu menos do que em março, mas seguiu pressionando o índice, assim como a gasolina.

Apesar da trégua ante o mês anterior, a taxa de 0,67% é a maior para meses de abril em quatro anos, desde 2022 (1,06%).

No acumulado de 12 meses, a inflação medida pelo IPCA acelerou a 4,39%, após marcar 4,14% na leitura anterior. O ganho de força se explica em parte pelo fato de que o índice havia subido menos em abril do ano passado (0,43%).

Ao marcar 4,39%, o IPCA se aproxima do teto de 4,5% da meta de inflação perseguida de maneira contínua pelo BC (Banco Central).

ALIMENTOS E GASOLINA PRESSIONAM

O grupo alimentação e bebidas registrou alta de preços de 1,34% em abril. O avanço foi menos intenso do que o verificado em março (1,56%).

Ainda assim, o segmento teve a maior variação e o principal impacto (0,29 ponto percentual) no IPCA entre os nove grupos pesquisados.

O ramo de saúde e cuidados pessoais veio na sequência (1,16% e 0,16 p.p.). Juntos, os dois grupos representaram, aproximadamente, 67% do resultado do mês.

Dentro de alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio (em casa) registrou alta de 1,64%.

Houve influência da carestia da cenoura (26,63%), do leite longa vida (13,66%), da cebola (11,76%), do tomate (6,13%) e das carnes (1,59%). Do lado das quedas, o IBGE destacou o café moído (-2,3%) e o frango em pedaços (-2,14%).

Já a alimentação fora do domicílio, em locais como bares e restaurantes, registrou alta de 0,59%.

O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, disse que dois fatores podem explicar o novo aumento do grupo de alimentos e bebidas: a redução da oferta de produtos nesta época do ano e a carestia do óleo diesel após o início da guerra no Irã.

O preço do diesel subiu 4,46% em abril, após alta de 13,9% em março.

Quando a análise considera os bens e serviços de forma individual, a maior pressão no IPCA veio da gasolina (0,10 p.p.). O combustível subiu 1,86% em abril, após aumento de 4,59% em março.

O leite longa vida (0,09 p.p.) veio na sequência da lista de impactos.

IPCA, JUROS E PROJEÇÕES

O IPCA serve de referência para a condução da política de juros do BC. Como a inflação deu sinais de trégua antes da guerra no Irã, o BC passou a cortar a taxa Selic, que caiu a 14,5% ao ano em abril.

O conflito, contudo, segue sem resolução e, conforme analistas, pode afetar a duração e a intensidade do ciclo de cortes dos juros.

A guerra pressionou as cotações do petróleo no mercado internacional, o que elevou os custos de combustíveis no Brasil.

Na mediana, as projeções do mercado financeiro para o IPCA de 2026 estão em alta há nove semanas consecutivas, conforme o boletim Focus divulgado pelo BC na segunda-feira (11).

A alta esperada subiu a 4,91% para o acumulado até dezembro. Assim, distanciou-se do teto de 4,5% da meta de inflação perseguida de maneira contínua pelo BC.

O quadro preocupa o governo Lula (PT) em ano eleitoral. Após o início da guerra, o Executivo lançou um pacote de medidas para tentar conter a alta de parte dos combustíveis./Folha SP

(Foto: Reprodução)

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