Os faccionados que morreram na operação ainda não foram identificados formalmente. Um deles teria participado da morte de um policial militar no Grande Pirambu, em fevereiro de 2024.
Outros foragidos cearenses também acabaram presos pelas forças de Segurança do Rio de Janeiro nesta terça-feira (28/10).
à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) diz que monitora possíveis retaliações no Ceará. A SSPDS declarou estar monitorando a situação no Rio de Janeiro.
Megaoperação no Rio de Janeiro
Cerca de 2.500 agentes participam da megaoperação, incluindo equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar do Rio de Janeiro, além de equipes do Comando de Operações Especiais (COE) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil fluminense.
A ofensiva policial contou com o uso de drones, dois helicópteros, 32 blindados terrestres e 12 veículos de demolição, além de ambulâncias do Grupamento de Salvamento e Resgate para apoio médico.
A Secretaria de Segurança classificou os ataques como uma ameaça direta à população e afirmou que a resposta policial é “firme e necessária, em defesa da sociedade”.






