“Coloquei meu nome à disposição tendo em vista que sou contra o instrumento da reeleição por princípio, e grande parte de minha vida é de experiência na área de gestão, exatamente o que o Estado do Ceará precisa”, afirmou o senador.
Além da sua pré-candidatura, Eduardo Girão também destacou a necessidade de união das forças de oposição no estado, defendendo a construção de um bloco forte contra o grupo político que atualmente comanda o Ceará. O senador afirmou que o diálogo com partidos como PL, União Brasil, PSDB e Novo está em andamento para viabilizar uma candidatura competitiva e alinhada aos interesses dos cearenses.
“Vamos continuar buscando a união da oposição junto ao PL, União Brasil, PSDB e Novo. Todos têm excelentes quadros para os mandatos a serem disputados em 2026”, acrescentou Girão.
A movimentação do senador promete agitar o cenário político estadual, sobretudo, do campo de oposição, que já enfrenta uma barreira no sentido de unir o bloco. André Fernandes declarou recentemente que o PL terá candidato ao Governo e ao Senado. Capitão Wagner (União) e o ex-prefeito Roberto Cláudio (PDT), tem tentado promover a união do grupo na tentativa de formar uma frente ampla, mas, os resultados não tem sido promissores. O anúncio de Girão segue a mesma linha de pensamento de André Fernandes, a defesa da tese de uma candidatura própria da legenda.






