Segundo a nota, a UE informou que mantém contato com o governo dos Estados Unidos para acompanhar os desdobramentos do episódio. Ao mesmo tempo, reiterou sua posição crítica em relação a Maduro, afirmando que o líder venezuelano “carece da legitimidade de um presidente democraticamente eleito”.
Apesar da avaliação sobre a legitimidade do governo deposto, a União Europeia destacou que o direito do povo venezuelano de decidir seu próprio futuro deve ser preservado, reforçando a defesa de soluções baseadas no diálogo político, na legalidade internacional e na autodeterminação.
O posicionamento europeu ocorre em meio à forte repercussão internacional da ação americana na Venezuela, que alterou abruptamente o cenário político do país e reacendeu o debate sobre soberania, direito internacional e os rumos da democracia na América Latina. A UE afirmou que continuará acompanhando a situação de perto e que espera que os próximos passos conduzam a um processo estável, inclusivo e pacífico, com participação efetiva da sociedade venezuelana.





