A decisão atinge diretamente os três ministros que representam a legenda no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); Celso Sabino (União-PA), ministro do Turismo; Frederico de Siqueira Filho (União-MA) – ministro das Comunicações e Waldez Góes (União-AP), ministro da Integração e Desenvolvimento Regional.
Segundo a nota, caso os filiados não cumpram a orientação, estarão sujeitos a processos internos que podem levar até à expulsão do partido.
Solidariedade a Antônio Rueda
Na mesma manifestação, a sigla também declarou “irrestrita solidariedade” ao presidente nacional, Antônio Rueda, após seu nome ser citado em investigações da Polícia Federal (PF) que apuram a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) em setores estratégicos da economia, como o de combustíveis e o financeiro.
O União Brasil ressaltou confiança na inocência de Rueda e afirmou que a citação em investigações não deve ser interpretada como indício de culpa, reforçando apoio irrestrito à sua liderança.
Impacto político
A decisão abre um novo capítulo nas tensões da legenda, que vive um impasse entre alas governistas e oposicionistas. O movimento pode mexer com a base de sustentação de Lula no Congresso e deve influenciar diretamente nas articulações da Federação União Progressista, recém-oficializada entre o União Brasil e o Progressistas (PP).
No Ceará a legenda também está dividida ente oposição e base governista de Elmano de Freitas. É preciso aguardar o prazo dado pela legenda para compreender melhor essa movimentação partidária.
Confira Nota:








