Suplentes do PSL se movimentam para ficar com as vagas dos deputados titulares

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Os suplentes do PSL dos deputados dissidentes devem procurar a Justiça para pedir a vaga dos titulares. Eles só têm a prerrogativa se os parlamentares perderem o mandato, daí a intenção de judicializar.

A alegação seria infidelidade partidária, já que o grupo rebelde falou contra a legenda, mais de uma vez, nas redes sociais, e apoia abertamente o Aliança pelo Brasil, partido que o presidente Jair Bolsonaro pretende criar. Os dissidentes, por sua vez, estudam emplacar, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a saída do partido por justa causa. O argumento mais forte é o de perseguição dentro da sigla.

Quem passou o recado dos suplentes foi o presidente do PSL, Luciano Bivar, na última quinta-feira (12/12), ao ser questionado sobre a possibilidade de liberar os parlamentares para migrarem rumo à agremiação de Bolsonaro. Ele disse que o partido não tem gerência sobre o direito de suplentes de pedirem a vaga dos infiéis. “São problemas regimentais, que transcendem o desejo de um partido de fazer dessa ou daquela maneira. Qualquer candidato que comete infidelidade e é expulso de um partido, não é o partido que vai pedir o mandato, é o suplente, que está no seu lugar de origem”, frisou. Se a gente pudesse dar uma alforria e garantir isso, mas a gente não pode. É um direito legítimo do suplente.”/CB

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