Boghos Boyadjian escreveu: “O Hospital Leonardo da Vinci construído com recursos privados pelos sócios da Clínica Boghos foi solicitado para ser alugado à Secretaria de Saúde do Estado, através do seu secretário Dr. Cabeto, com o consentimento de seus empresários. Após alguns meses, à revelia de seus donos legais, é desapropriado por decreto do governador. Não se tem notícia de nenhuma desapropriação por decreto de bem privado em outros estados da federação. Existem notícias similares na Alemanha do período nazista”.
O governador Camilo Santana que ainda não havia se pronunciado sobre o assunto usou suas redes sociais para responder ao comentário feito por Boghos:
“Sobre a aquisição que fizemos do Hospital Leonardo Da Vinci para atender aos cearenses, principalmente os mais pobres, afirmo que faria dez vezes, se fosse preciso. O hospital, que era privado e estava sem funcionar, foi inicialmente alugado pelo Governo do Estado para atender a pacientes com Covid. Sempre foi pago corretamente. Depois, foi adquirido de forma permanente por mais de 40 milhões de reais, pelo Estado, preço de avaliação de mercado, e transformado em público, exclusivamente para atender ao povo cearense. Nosso secretário da Saúde, Dr Cabeto, homem honrado e competente, sempre manteve contato com o proprietário em todas as negociações. Desapropriar equipamentos pelo Governo, quando há a justa necessidade de beneficiar a coletividade, é prática amparada na Constituição, ocorrendo todos os dias em todo o país. Quem critica essa medida tomada pelo Governo do Ceará, ou não conhece as dores da população, ou age de má fé para tentar confundir as pessoas. O Hospital Leonardo Da Vinci já atendeu milhares de cearenses e salvou milhares de vidas. Transformou-se num patrimônio do povo do Ceará. Esses são os fatos,” pontuo Camilo Santana.





