Senadores Cid Gomes e Augusta Brito defendem os R$ 158 milhões para o tratamento de câncer no Ceará, o impasse segue entre alguns parlamentares

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O impasse sobre as emendas de bancada ainda persiste, o Líder da bancada federal do Ceará, o deputado Eduardo Bismarck (PDT) conseguiu prorrogar tem até a manhã desta quinta-feira (7/12) para tentar resolver os detalhes sobre a destinação das emendas do grupo.

Sem um acordo definido sobre o envio de 50% dos recursos para custear o plano de tratamento oncológico do Estado, o relatório com a distribuição das emendas da bancada foi devolvido pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) devido à falta de assinatura de dois senadores: Cid Gomes (PDT) e Augusta Brito (PT). 

Tanto Cid, quanto Augusta defendem o envio de 50% dos recursos para o tratamento oncológico, por essa razão não assinaram a ata, devido o impasse desse percentual de 50% por parte de alguns parlamentares.

Os senadores se recusaram a assinar o documento com a distribuição dos recursos porque não havia previsão de R$ 158 milhões (50% do valor total) para o Governo do Ceará bancar o plano de tratamento contra o câncer, como alguns parlamentares não enviaram valores para a política pública que o governador Elmano de Freitas (PT) quer instalar, o estado corre o risco de perder o recurso.

Assim, dos R$ 316 milhões previstos em emendas de bancada, apenas cerca de R$ 95 milhões foram destinados para regionalização do tratamento do câncer, restando ainda R$ 63 milhões solicitados pelo governador Elmano de Freitas para cobrir o tratamento de câncer nas regionais do estado do Ceará.

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