O encontro com o México, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, apresenta para a seleção brasileira duas interpretações opostas. Pela perspectiva histórica, o encontro é com um adversário que jamais bateu o Brasil no torneio, nas seis edições anteriores parou nas oitavas de final e perdeu o último encontro entre as duas equipes. Por outra análise, um viés mais recente, encontrar os mexicanos é estar diante de um dos rivais mais complicados.
O time da América do Norte encontrou o Brasil 39 vezes, perdeu em 22 ocasiões, empatou sete vezes e ganhou dez jogos, quatro deles nos últimos 20 anos. O México aprendeu a jogar com o Brasil a ponto de ter conquistado em encontros recentes resultados importantes para o futebol do país. Diante da seleção brasileira a equipe ganhou a Copa das Confederações em 1999, venceu partidas de Copa América, segurou empate sem gols na Copa de 2014 e ainda alcançou feitos em competições de base.
Na principal delas, os Jogos de Londres de 2012, o México bateu o Brasil de Neymar na final no estádio de Wembley, por 2 a 1. Também houve vitórias em Mundiais sub-17 e sub-20, parte deles com protagonistas que novamente estarão diante da seleção na próxima segunda-feira, como Carlos Vela, Hector Herrera e Giovani dos Santos.
“O México é um adversário forte, que venceu a Alemanha, a Coreia… Para nós, é preciso conhecer profundamente o México para que a gente possa traçar nossas expectativas”, afirmou o auxiliar de Tite, Cléber Xavier. “A nossa seleção teve uma crescente muito boa, hoje (quarta-feira) foi a confirmação disso e agora a gente tem que pensar no México. Uma grande seleção, muito rápida, mas a gente vai com o intuito de classificar”, comentou o zagueiro Miranda.





