“Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça. A gente estava resolvendo a papelada (documentação da posse da ilha), e eles falaram que demorava meses ou até anos para resolver. Flávio Bolsonaro e o tal do Willer Tomaz foram lá e, em 24 horas, pegaram a posse da ilha. Aí a Justiça falhou. Os caras tomaram a ilha sem gastar um tostão, até onde eu sei. Gastei em torno de R$ 10 milhões lá e não recebi nada”, disse o jogador, afirmando ainda que, caso recupere o dinheiro, vai doá-lo.
Em 2020, a mansão em Ilha Comprida foi comprada pela Sport 70 Intermediação de Negócios Ltda., empresa de Renato Veloso, ex-empresário de Richarlison. Em 2022, uma decisão liminar transferiu a posse do imóvel à WT Administração de Imóveis e Bens S/A, empresa de Willer Tomaz, advogado ligado a Flávio.
A disputa envolve a posse do imóvel, que havia sido vendida em 1986 à M. Locadora de Veículos e Transportes Turísticos Ltda. Representantes dos espólios dos antigos proprietários reivindicaram a posse da mansão, e a Justiça de Angra dos Reis acolheu o pedido de reintegração. Tomaz alegou ter se tornado credor da empresa por meio de um contrato de sub-rogação.
Em nota enviada ao Estadão, o candidato à Presidência da República afirma que “não comprou, vendeu, intermediou nem possui qualquer vínculo com o imóvel em questão”. Procurada, a PF ainda não retornou à reportagem.
Em 2020, a mansão em Ilha Comprida foi comprada pela Sport 70 Intermediação de Negócios Ltda., empresa de Renato Veloso, ex-empresário de Richarlison. Em 2022, uma decisão liminar transferiu a posse do imóvel à WT Administração de Imóveis e Bens S/A, empresa de Willer Tomaz, advogado ligado a Flávio.
A disputa envolve a posse do imóvel, que havia sido vendida em 1986 à M. Locadora de Veículos e Transportes Turísticos Ltda. Representantes dos espólios dos antigos proprietários reivindicaram a posse da mansão, e a Justiça de Angra dos Reis acolheu o pedido de reintegração. Tomaz alegou ter se tornado credor da empresa por meio de um contrato de sub-rogação
Diante do desfecho desfavorável e da perda dos valores investidos, Richarlison intensificou as cobranças públicas e apelou por investigações mais profundas sobre a celeridade com que a posse foi transferida.
Em ocasiões anteriores, Flávio Bolsonaro negou qualquer interferência na tramitação do processo e afirmou que apenas visitou a propriedade como potencial interessado antes da consolidação do litígio.
(Com informações Estadão)






