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PT e a busca pela formação de novas lideranças com projeção nacional

O PT criou um cargo para manter o candidato derrotado do partido à Presidência, Fernando Haddad, em evidência. O ex-prefeito de São Paulo será o coordenador dos Núcleos de Acompanhamento de Políticas Públicas (NAPPs), criados pelo partido para monitorar as ações do governo Jair Bolsonaro e, ao mesmo tempo, elaborar propostas para oferecer à oposição ao longo dos próximos quatro anos em várias áreas como economia, políticas sociais, saúde, educação e segurança.

O PT completa 39 anos de fundação com a certeza de que seu líder maior o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está definitivamente fora das disputas eleitorais depois da segunda condenação por corrupção na Lava Jato, e sabe da necessidade de criar novos líderes. O PT pecou em não fazer novas lideranças e ao ver seu maior líder fora de combate busca novas soluções. Além de Fernando Haddad o PT ainda tem o nome do governador cearense Camilo Santana que obteve a maior votação proporcional para governador em todo o País. Formar novos líderes com projeção nacional tornou-se uma questão imperiosa e de sobrevivência da sigla, agora mais do que nunca.

 

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