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PSL quer expulsar e pedir o mandato de Eduardo Bolsonaro

A briga interminável entre PSL e bolsonaristas pode custar o mandato de um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

Integrantes do Conselho de Ética do PSL analisam que o caso de Eduardo Bolsonaro não pode ser comparado ao do deputado federal Alexandre Frota (PSDB), que foi expulso do PSL, mas não teve o mandato requerido pelo partido. Na visão deles, Frota não foi “infiel” à legenda. Para os bivaristas, Eduardo “tramou” contra Bivar para destituí-lo do comando do PSL, pôs em xeque a prestação de contas do partido e incentivou a desfiliação ao anunciar a intenção de criar a Aliança pelo Brasil. A avaliação é a de que esses motivos seriam suficientes para o partido afastar Eduardo por infidelidade partidária e retomar o mandato.

“Eduardo é um dos principais atores dessa trama. É uma das situações mais graves para o Conselho de Ética avaliar”, afirmou o senador Major Olimpio (PSL-SP). “Quem quiser sair que saia, mas o mandato é do partido. Não tem conversa”, disse a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), destituída em outubro por Bolsonaro da liderança do governo no Congresso.

O PSL já destituiu nesta terça-feira (13/11) os diretórios do Rio e de São Paulo e afastou Flávio e Eduardo do comando do partido no Estados. Uma série de medidas ainda serão tomadas para afastar a influência de Bolsonaro e sua família da legenda. O partido ainda vai tirar Eduardo da liderança da bancada na Câmara.

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