Segundo Chagas Vieira, a movimentação tem como objetivo criar desavenças no campo governista e interferir no projeto político em curso no Ceará. De acordo com ele, ao alimentar essa especulação, a oposição tenta forçar uma eventual permanência de Camilo do Ministério da Educação, o que limitaria sua atuação política no Estado em defesa dos projetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do governador Elmano de Freitas.
“Esse é um jogo político. Ninguém cai nessa, porque esse é um projeto de grupo, não é um projeto pessoal”, declarou o chefe da Casa Civil, ao comentar as especulações que circulam nos bastidores da política cearense.
A fala de Chagas Vieira reforça a posição do Palácio da Abolição de que o bloco governista segue coeso e alinhado em torno de um projeto coletivo para o Estado. Nos bastidores, aliados avaliam que a narrativa da oposição busca tensionar o cenário político e gerar instabilidade interna, especialmente diante da consolidação da pré-candidatura de Elmano de Freitas à reeleição.





