Para sagrar-se tricampeão estadual neste domingo (21/04), contra o Fortaleza, o Ceará precisa derrubar um tabu que perdura desde 1975: reverter um placar de 2 a 0 na final do Campeonato Cearense. No época, o Estádio Governador Plácido Aderaldo Castelo, Castelão, havia sido construído um ano antes, e com quase 45 mil torcedores presentes, o Vovô conseguiu igualar o agregado, conquistando seu 22º título.
A situação era muito semelhante a de 2019, com o Ceará tendo a vantagem de resultados equivalentes. Naquela década, o alvinegro faturou quatro campeonatos seguidos, uma sequência que não ocorria desde a criação do torneio, em 1915, quando o próprio Ceará emplacou um penta, de 1915 a 1919.
Em outras cinco vezes que o time de Porangubuçu saiu atrás na decisão, não conquistou o campeonato em nenhuma: 1959, 1974, 2009, 2010, 2015.
O técnico Lisca reconhece o desafio da virada histórica, mas conta com o regulamento do seu lado.
– Sempre é difícil né, mas palpável. Muito também pelo regulamento. Não precisamos virar a partida, mas empatar. Como eles fizeram dois gols nesse domingo, nada impede que a gente faça dois gols de diferença no próximo, ainda mais num jogo parelho. – disse o comandante alvinegro
Ceará e Fortaleza se encontram novamente pela final do Cearense neste domingo (21), às 16 horas. /ge





