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Policiais envolvidos em atos que configurem crime militar serão excluídos da folha de pagamento

Em Nota Oficial enviada a imprensa neta terça-feira (18/02), o Governo do Estado anuncia o endurecimento do cerco contra qualquer possibilidade de manifestações e paralisações de militares no Ceará. O Governo do Estado instaurou, nesta terça-feira (18/02), Inquérito Polícial Militar (IPM) contra 150 policiais envolvidos em atos que configuram crime militar. Em Fortaleza, três soldados foram presos por cercar uma viatura para secar pneus no Bairro Antônio Bezerra, nas imediações do 18º Batalhão de Polícia Militar.

De acordo com a Nota do Governo, os policiais que estão tendo IPM instaurado pelos comandos sofrerão todas as sanções previstas em lei e já serão excluídos da folha de pagamento deste mês. O Governo também diz que os agentes de segurança envolvidos nos atos que configurem crime militar são alvos de Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado pela Controladoria de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública (CGD).

Nesta segunda-feira (17/02), a Seção Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE) manteve decisão que permite que agentes de segurança movimentos grevistas e manifestações no Estado.

O presidente da Associação dos Profissionais de Segurança (APS), vereador Sargento Reginauro questionou a postura dos deputados e da Justiça em relação ao caso. “Estão reclamando que um trabalhador vá à Assembleia reclamar do salário. Não houve a greve, não houve cometimento de crime. Vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para reverter (a decisão judicial)”, enfatizou Reginauro.

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