O pedido representa uma nova etapa da investigação que tenta esclarecer as circunstâncias da morte da universitária, a informação é do Jornal O POVO.
Conforme apuração, ele não foi ao 2º Distrito Policial (DP) prestar depoimento ontem, onde a mãe e o irmão de Isabelle falaram com a Polícia. João Munhoz teria sido ouvido mais tarde, na sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A mãe dele também seria esperada para depor.
As investigações também avançaram sobre aparelhos eletrônicos. Durante diligência realizada no Cumbuco, em Caucaia, policiais apreenderam um celular e um tablet da mãe de João para análise pericial. O celular de Isabelle também foi periciado, e os dados extraídos estão sendo analisados pelos investigadores.
A investigação reúne diferentes unidades especializadas da Polícia Civil, incluindo a Delegacia da Mulher. Depoimentos, imagens, dados dos aparelhos eletrônicos e resultados periciais estão sendo cruzados para reconstruir as últimas horas de vida da estudante.
O pedido de prisão preventiva não representa, por si só, uma conclusão sobre responsabilidade criminal. Caberá à Justiça analisar os fundamentos apresentados pela Polícia Civil e decidir se decreta ou não a prisão de João Munhoz Neto.
O caso permanece sob investigação e novas diligências e depoimentos deverão integrar a apuração sobre as circunstâncias da morte de Isabelle Caracristi.
A imprensa segue acompanhando o caso.






